LABORATÓRIO DE APLICAÇÕES FOTOVOLTAICAS E SEMICONDUTORES

 

BP SOLAR APOIA PROJECTO DE ENERGIA SOLAR DA UNIVERSIDADE DE LISBOA

 

A Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa (FCUL) e a BP Solar anunciaram um Protocolo de Investigação cujo objectivo é o desenvolvimento de uma nova tecnologia denominada EZ-Ribbon, com potencial para reduzir o custo das células solares fotovoltaicas. Reconhecendo o interesse potencial desta nova tecnologia, a BP Solar decidiu financiar o seu desenvolvimento, contribuindo com €600,000 para um projecto a três anos, no âmbito do seu programa de apoio a futuras tecnologias solares (Solar's Future Technology Programme). A Fundação para a Ciência e a Tecnologia (FCT) apoia igualmente este projecto.

O desenvolvimento em larga escala da electricidade solar está limitado pelo elevado custo das células solares. Mais de metade deste custo está associado ao custo da matéria prima: cristais de silício ultrapuro.

Tradicionalmente, os cristais de silício são produzidos sob a forma de grandes lingotes que têm que ser cortados em finas bolachas com cerca de 0,2mm de espessura, de que são feitas as células solares. O processo de corte do silício leva ao desperdício de mais de metade do material pois o fio de serra utilizado tem uma espessura semelhante à das bolachas finais. Surge assim com naturalidade a ideia de crescer os cristais de silício directamente sob a forma de fita, de modo a evitar o desperdício e os custos associados ao processo de corte do lingote. Embora a ideia seja simples e antiga, a produção de silício em fita com boa qualidade e a baixo custo tem-se revelado, ao longo dos últimos 40 anos, um problema extremamente difícil.

O Grupo de Semicondutores e Aplicações Fotovoltaicas da FCUL tem dedicado grande parte da última década a investigar técnicas alternativas para o crescimento de cristais de silício directamente sob a forma de fita. Esta investigação conduziu recentemente à obtenção de resultados muito interessantes com uma técnica radicalmente nova, objecto de um pedido de registo internacional de patente. Esta nova técnica, denominada EZ-Ribbon, é baseada num processo físico com potencial para uma redução significativa do custo das células solares.

 

Sobre a Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa

A FCUL é uma escola do ensino superior público, criada em 1911, e integrada na Universidade de Lisboa, a única universidade portuguesa colocada entre as 500 melhores universidades mundiais. A sua actividade de ensino e investigação distribui-se pelas diversas áreas do conhecimento científico, salientando-se, na área ligada à energia, a licenciatura em Energia e Ambiente com forte ênfase nas Energias Renováveis.

 

Sobre a BP Solar

A BP Solar é uma companhia global, com mais de 2200 trabalhadores, focada no aproveitamento da energia solar para produção de electricidade solar, incluindo o projecto, produção e comercialização de sistemas eléctricos de qualidade para uma vasta gama de aplicações nos sectores residencial, comercial e industrial. Com mais de 30 anos de experiência e instalações em mais de 160 países, a BP Solar é uma das maiores companhias do mundo na área solar, com fábricas instaladas nos E.U.A, Espanha, Índia e Austrália. A BP Solar integra a BP, uma das companhias líderes a nível mundial na área da energia.


Algumas das notícias em que o projecto EZ-Ribbon foi mencionado.

 

Nacional

Lusa: Projecto de investigação português financiado pela BP

RTP: Projecto de investigação português financiado pela BP

Jornal de Notícias: Cientistas portugueses apostam na energia solar

Primeiro de Janeiro: Portugal desenvolve novo processo de fabrico das células fotovoltaicas

Público: BP Solar financia tecnologia portuguesa

Diário Económico: BP Solar investe 600 mil em universidade portuguesa

Jornal da Madeira: BP associa-se a projecto universitário

Ambiente online: BP solar e Universidade de Lisboa desenvolvem novo processo de fabrico de células solares

Diário Digital: BP Solar financia investigação científica em Lisboa

Ciência Hoje: BP Solar apoia projecto de energia da Universidade de Lisboa

 

Internacional

Renewable Energy Access: BP Solar Seeks Ribbon-style PV Manufacturing Approach

Solarbuzz: BP Solar Supports Research into Ribbon Silicon

United Press Internacional: University of Lisbon, BP Solar unveil deal

Construction and maintenance: BP Solar supports research into ribbon silicon

 


http://www.lusa.pt/

Energia Solar: Projecto de investigação português financiado pela BP

Lisboa, 14 Jul (Lusa) - Um projecto de investigação da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa (UL) que visa baixar o custo da energia solar vai ser financiado pela BP Solar, um dos maiores fabricantes mundiais de células e painéis solares.

Esse apoio, orçado em 600.000 euros durante três anos, foi hoje formalizado na assinatura de um protocolo entre as duas partes, representadas por António Vallêra, vice-reitor da UL e chefe da equipa de investigadores, e por David Carlson, director do programa Tecnologias do Futuro da BP Solar.

A Fundação para a Ciência e a Tecnologia (FCT) atribuiu um financiamento complementar ao projecto, devido ao "reconhecimento do seu interesse científico e industrial", disse à Lusa o presidente da instituição, João Sentieiro, também presente na cerimónia.

O apoio da FCT cobre despesas relacionadas com aquisição de equipamento e protecção de propriedade industrial, não elegíveis no âmbito do financiamento da BP Solar, sendo de 48.000 euros para este ano, precisou.

O projecto consiste no desenvolvimento de uma novo processo de fabrico das células solares fotovoltaicas com potencial para uma redução significativa do seu elevado custo de produção, principal obstáculo actual à expansão da energia solar.

Na origem do problema está o facto de mais de metade desse custo derivar do preço dos cristais de silício ultrapuro, matéria- prima das células solares.

A pensar na sua solução, o Grupo de Semicondutores e Aplicações Fotovoltaicas da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa (FCUL), dirigido por António Vallêra, tem dedicado grande parte da última década a investigar técnicas alternativas para o crescimento de cristais de silício directamente sob a forma de fita.

É que, tradicionalmente, os cristais de silício são produzidos sob a forma de grandes lingotes que têm de ser cortados em finas bolachas de 0,2 milímetros de espessura de que são feitas as células solares, levando esse processo ao desperdício de mais de metade do material.

Surgiu por isso há muito tempo a ideia de processar o silício directamente em forma de fita, o que evitaria o desperdício e os custos que estão associados à operação de corte. No entanto, a concretização dessa ideia tem-se revelado muito difícil ao longo dos últimos 40 anos.

Foi na superação desta dificuldade que se centrou a equipa de António Vallêra, tendo o seu trabalho de investigação conduzido à descoberta de uma técnica radicalmente nova, chamada EZ-Ribbon, já objecto de um pedido de registo internacional de patente e em que a BP Solar decidiu apostar, segundo fonte ligada ao projecto.

A BP Solar é uma companhia global focada no aproveitamento da energia solar para produção de electricidade, incluindo o projecto, produção e comercialização de sistemas eléctricos para aplicações nos sectores residencial, comercial e industrial.

Sendo uma das primeiras multinacionais a descobrir o potencial da energia solar em Portugal, está envolvida, em parceria com a AMPER Portugal, na construção em Amareleja (Moura, Alentejo) da maior central fotovoltaica do mundo, com capacidade instalada de 62 MW, que deverá estar operacional em Dezembro de 2007.

O projecto, avaliado em 250 milhões de euros, contempla a instalação pela BP Solar no complexo industrial do Tecnopolo de Moura de uma unidade de montagem de painéis fotovoltaicos destinada inicialmente a equipar a central e depois ao mercado internacional.

A BP Solar integra a BP, uma das companhias líderes a nível mundial na área da energia.

 

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http://www.rtp.pt

Projecto de investigação português financiado pela BP

Um projecto de investigação da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa (UL) que visa baixar o custo da energia solar vai ser financiado pela BP Solar, um dos maiores fabricantes mundiais de células e painéis solares.

Esse apoio, orçado em 600.000 euros durante três anos, foi hoje formalizado na assinatura de um protocolo entre as duas partes, representadas por António Vallêra, vice-reitor da UL e chefe da equipa de investigadores, e por David Carlson, director do programa Tecnologias do Futuro da BP Solar.

A Fundação para a Ciência e a Tecnologia (FCT) atribuiu um financiamento complementar ao projecto, devido ao "reconhecimento do seu interesse científico e industrial", disse à Lusa o presidente da instituição, João Sentieiro, também presente na cerimónia.

O apoio da FCT cobre despesas relacionadas com aquisição de equipamento e protecção de propriedade industrial, não elegíveis no âmbito do financiamento da BP Solar, sendo de 48.000 euros para este ano, precisou.

O projecto consiste no desenvolvimento de uma novo processo de fabrico das células solares fotovoltaicas com potencial para uma redução significativa do seu elevado custo de produção, principal obstáculo actual à expansão da energia solar.

Na origem do problema está o facto de mais de metade desse custo derivar do preço dos cristais de silício ultrapuro, matéria- prima das células solares.

A pensar na sua solução, o Grupo de Semicondutores e Aplicações Fotovoltaicas da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa (FCUL), dirigido por António Vallêra, tem dedicado grande parte da última década a investigar técnicas alternativas para o crescimento de cristais de silício directamente sob a forma de fita.

É que, tradicionalmente, os cristais de silício são produzidos sob a forma de grandes lingotes que têm de ser cortados em finas bolachas de 0,2 milímetros de espessura de que são feitas as células solares, levando esse processo ao desperdício de mais de metade do material.

Surgiu por isso há muito tempo a ideia de processar o silício directamente em forma de fita, o que evitaria o desperdício e os custos que estão associados à operação de corte. No entanto, a concretização dessa ideia tem-se revelado muito difícil ao longo dos últimos 40 anos.

Foi na superação desta dificuldade que se centrou a equipa de António Vallêra, tendo o seu trabalho de investigação conduzido à descoberta de uma técnica radicalmente nova, chamada EZ-Ribbon, já objecto de um pedido de registo internacional de patente e em que a BP Solar decidiu apostar, segundo fonte ligada ao projecto.

A BP Solar é uma companhia global focada no aproveitamento da energia solar para produção de electricidade, incluindo o projecto, produção e comercialização de sistemas eléctricos para aplicações nos sectores residencial, comercial e industrial.

Sendo uma das primeiras multinacionais a descobrir o potencial da energia solar em Portugal, está envolvida, em parceria com a AMPER Portugal, na construção em Amareleja (Moura, Alentejo) da maior central fotovoltaica do mundo, com capacidade instalada de 62 MW, que deverá estar operacional em Dezembro de 2007.

O projecto, avaliado em 250 milhões de euros, contempla a instalação pela BP Solar no complexo industrial do Tecnopolo de Moura de uma unidade de montagem de painéis fotovoltaicos destinada inicialmente a equipar a central e depois ao mercado internacional.

A BP Solar integra a BP, uma das companhias líderes a nível mundial na área da energia.

 

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http://jn.sapo.pt/

Cientistas portugueses apostam na energia solar

A Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa (FCUL) e a BP Solar assinaram, ontem, um contrato de financiamento de projecto de investigação e desenvolvimento da energia solar.

A investigação visa o desenvolvimento de uma novo processo de fabrico das células solares fotovoltaicas com potencial para uma redução significativa do seu elevado custo de produção, que se apresenta como principal obstáculo actual à expansão deste tipo de energia alternativa.

Para isso, o projecto será financiado pela BP Solar, um dos maiores fabricantes mundiais de células e painéis solares, com uma verba de 600 mil euros, durante três anos, e receberá, também, da Fundação para a Ciência e Tecnologia, 48 mil euros, apenas para este ano, destinados a despesas relacionadas com a aquisição de equipamento e protecção de propriedade industrial, em sinal de reconhecimento "do interesse científico e industrial" do projecto.

Em declarações ao Jornal de Notícias, António Vallêra, do Grupo de Semicondutores e Aplicações Fotovoltaicas da FCUL, referiu ter ficado "feliz " devido ao reconhecimento da BP Solar do "carácter inovador" do projecto, acrescentando que "o objectivo da investigação é democratizar a produção de energia solar".

"A nossa motivação é tentar fazer projectos que tenham um potencial elevado de impacto social", concluiu.

Os elevados custos de produção da energia solar devem-se ao preço da matéria-prima das células solares, os cristais de silício ultrapuro, produzidos em forma de grandes lingotes, que têm de ser cortados em finas bolachas de 0,2 milímetros de espessura de que são feitas as células solares, levando esse processo ao desperdício de mais de metade do material.

 

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http://www.oprimeirodejaneiro.pt/

Portugal desenvolve novo processo de fabrico das células fotovoltaicas

A Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa está a tentar desenvolver um novo processo de fabrico das células solares fotovoltaicas com potencial para uma redução significativa do seu elevado custo de produção. Este é o principal obstáculo à expansão da energia solar. Um projecto de investigação da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa (UL) que visa baixar o custo da energia solar vai ser financiado pela BP Solar, um dos maiores fabricantes mundiais de células e painéis solares. Esse apoio, orçado em 600 mil euros durante três anos, foi formalizado sexta-feira na assinatura de um protocolo entre as duas partes, representadas por António Vallêra, vice-reitor da UL e chefe da equipa de investigadores, e por David Carlson, director do programa Tecnologias do Futuro da BP Solar. A Fundação para a Ciência e a Tecnologia (FCT) atribuiu um financiamento complementar ao projecto, devido ao “reconhecimento do seu interesse científico e industrial”, disse o presidente da instituição, João Sentieiro. O apoio da FCT cobre despesas relacionadas com aquisição de equipamento e protecção de propriedade industrial, não elegíveis no âmbito do financiamento da BP Solar, sendo de 48 mil euros para este ano, precisou. O projecto consiste no desenvolvimento de um novo processo de fabrico das células solares fotovoltaicas com potencial para uma redução significativa do seu elevado custo de produção, principal obstáculo actual à expansão da energia solar. Na origem do problema está o facto de mais de metade desse custo derivar do preço dos cristais de silício ultrapuro, matéria-prima das células solares. A pensar na sua solução, o Grupo de Semicondutores e Aplicações Fotovoltaicas da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa (FCUL), dirigido por António Vallêra, tem dedicado grande parte da última década a investigar técnicas alternativas para o crescimento de cristais de silício directamente sob a forma de fita. É que, tradicionalmente, os cristais de silício são produzidos sob a forma de grandes lingotes que têm de ser cortados em finas bolachas de 0,2 milímetros de espessura de que são feitas as células solares, levando esse processo ao desperdício de mais de metade do material. Surgiu por isso há muito tempo a ideia de processar o silício directamente em forma de fita, o que evitaria o desperdício e os custos que estão associados à operação de corte. No entanto, a concretização dessa ideia tem-se revelado muito difícil ao longo dos últimos 40 anos. Foi na superação desta dificuldade que se centrou a equipa de António Vallêra, tendo o seu trabalho de investigação conduzido à descoberta de uma técnica radicalmente nova, chamada EZ-Ribbon, já objecto de um pedido de registo internacional de patente e em que a BP Solar decidiu apostar, segundo fonte ligada ao projecto.

 

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http://www.jornaldamadeira.pt/

BP associa-se a projecto universitário

Um projecto de investigação da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa (UL) que visa baixar o custo da energia solar vai ser financiado pela BP Solar, um dos maiores fabricantes mundiais de células e painéis solares. Esse apoio, orçado em 600.000 euros durante três anos, foi ontem formalizado na assinatura de um protocolo entre as duas partes, representadas por António Vallêra, vice-reitor da UL e chefe da equipa de investigadores, e por David Carlson, director do programa Tecnologias do Futuro da BP Solar. A Fundação para a Ciência e a Tecnologia (FCT) atribuiu um financiamento complementar ao projecto, devido ao "reconhecimento do seu interesse científico e industrial", disse à Lusa o presidente da instituição, João Sentieiro, também presente na cerimónia. O apoio da FCT cobre despesas relacionadas com aquisição de equipamento e protecção de propriedade industrial, não elegíveis no âmbito do financiamento da BP Solar, sendo de 48.000 euros para este ano, precisou. O projecto consiste no desenvolvimento de uma novo processo de fabrico das células solares fotovoltaicas com potencial para uma redução significativa do seu elevado custo de produção, principal obstáculo actual à expansão da energia solar. Na origem do problema está o facto de mais de metade desse custo derivar do preço dos cristais de silício ultrapuro, matéria- prima das células solares. A pensar na sua solução, o Grupo de Semicondutores e Aplicações Fotovoltaicas da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa (FCUL), dirigido por António Vallêra, tem dedicado grande parte da última década a investigar técnicas alternativas para o crescimento de cristais de silício directamente sob a forma de fita. É que, tradicionalmente, os cristais de silício são produzidos sob a forma de grandes lingotes que têm de ser cortados em finas bolachas de 0,2 milímetros de espessura de que são feitas as células solares, levando esse processo ao desperdício de mais de metade do material.

 

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http://www.ambienteonline.pt/

BP solar e Universidade de Lisboa desenvolvem novo processo de fabrico de células solares

A BP Solar e a Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa (FCUL) vão assinar a 14 de Julho um protocolo de investigação com o objectivo de desenvolver um novo processo de fabrico de células solares. O objectivo é reduzir dos custos de produção destas células, um dos obstáculos à expansão da electricidade solar. No âmbito do protocolo a BP Solar apoia o projecto de investigação da FCUL com 600 mil euros, durante três anos. De acordo com as duas entidades, mais de metade do elevado preço dos painéis solares está associado ao custo da matéria prima, os cristais de silício ultrapuro. Estes materiais são produzidos sob a forma de grandes lingotes que têm que ser cortados em finas bolachas com cerca de 0,2mm de espessura, de que são feitas as células solares. «O processo de corte do silício leva ao desperdício de mais de metade do material pois o fio de serra utilizado tem uma espessura semelhante à das bolachas finais», refere a FCUL em comunicado. O novo processo baseia-se em desenvolver os cristais de silício directamente sob a forma de fita, de modo a evitar o desperdício e os custos associados ao processo de corte do lingote. Com esse objectivo, o Grupo de Semicondutores e Aplicações Fotovoltaicas da FCUL está a desenvolver uma técnica alternativa para a produção de silício em fita com boa qualidade e a baixo custo, a EZ-Ribbon.

 

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http://diariodigital.sapo.pt/

BP Solar financia investigação científica em Lisboa

A BP Solar vai investir cerca de 600 mil euros no desenvolvimento de uma tecnologia de produção energia solar que está a ser desenvolvido por um grupo de investigação da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa.

Este é considerado o maior investimento de uma empresa estrangeira numa pesquisa desenvolvida por uma universidade portuguesa.

Este projecto inovador na Faculdade de Ciências será financiado pela companhia britânica durante três anos.

O contrato, adianta a mesma fonte, será assinado esta sexta-feira com David Carlson, director do «Future Technologies Program» da BP Solar na Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa.

 

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http://www.cienciahoje.pt/

BP Solar apoia projecto de energia da Universidade de Lisboa

A Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa (FCUL) e a BP Solar vão assinar um Protocolo de Investigação com o objectivo de desenvolver um novo processo de fabrico de células solares. Esta iniciativa pretende desenvolver tecnologia necessária para a redução dos custos de produção de células solares, o principal obstáculo à expansão da electricidade solar. A assinatura vai ter lugar em 14 de Julho.

A subida dos preços dos combustíveis fósseis e o avolumar das preocupações com as alterações climáticas associadas com a emissão de gases com efeito de estufa, está a impulsionar a produção de electricidade por outras vias, nomeadamente a partir da radiação solar. O desenvolvimento em larga escala da electricidade solar está contudo limitado pelo elevado custo das células solares. Mais de metade deste custo está associado ao custo da matéria prima: cristais de silício ultrapuro.

Tradicionalmente, os cristais de silício são produzidos sob a forma de grandes lingotes que têm que ser cortados em finas bolachas com cerca de 0,2mm de espessura, de que são feitas as células solares. O processo de corte do silício leva ao desperdício de mais de metade do material pois o fio de serra utilizado tem uma espessura semelhante à das bolachas finais. Surge assim com naturalidade a ideia de crescer os cristais de silício directamente sob a forma de fita, de modo a evitar o desperdício e os custos associados ao processo de corte do lingote. Embora a ideia seja simples e antiga, a produção de silício em fita com boa qualidade e a baixo custo tem-se revelado, ao longo dos últimos 40 anos, um problema extremamente difícil.

O Grupo de Semicondutores e Aplicações Fotovoltaicas da FCUL tem dedicado grande parte da última década a investigar técnicas alternativas para o crescimento de cristais de silício directamente sob a forma de fita. Esta investigação conduziu recentemente à obtenção de resultados muito interessantes com uma técnica radicalmente nova, objecto de um pedido de registo internacional de patente. Esta nova técnica, denominada EZ-Ribbon, é baseada num processo físico com potencial para uma redução significativa do custo das células solares.

Reconhecendo o interesse potencial desta nova tecnologia, a BP Solar, no âmbito de uma política de investigação de longo prazo, decidiu apoiar com €600,000 um projecto de investigação da FCUL com a duração de três anos. A Fundação para a Ciência e a Tecnologia atribuiu um financiamento complementar a este projecto.

A BP Solar é um dos maiores fabricantes mundiais de células e painéis solares do mundo. Com cerca de 2000 empregados em 160 países, a BP Solar tem fábricas de células e painéis solares nos E.U.A., Espanha, Índia e Austrália.

 

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http://renewableenergyaccess.com/

BP Solar Seeks Ribbon-style PV Manufacturing Approach

Echoing the direction of some rival solar companies, BP Solar is hoping to harness its own version of a ribbon-based approach to the manufacturing solar photovoltaic (PV) cells. Recognizing the potential interest of this new technology, BP Solar has decided to finance its development with a Euro 600,000 [US$ 753,000] three-year research project as part of the BP Solar Future Technology activity.

The Faculty of Sciences of the University of Lisbon (FCUL) and BP Solar have announced a research agreement with the aim to develop a new manufacturing technology with the potential to reduce the cost of solar cells.

A significant obstacle to the expansion and wide scale production of solar electricity remains the high cost of solar cells, more than half of this cost is associated with the price of silicon wafers, (high-purity silicon crystals).

Traditionally, the thin (0.2 mm) silicon wafers that are used to manufacture silicon solar cells are produced by slicing large high-purity silicon ingots. This process wastes more than half of the original material since the wire that is used to saw the ingot into wafers has a thickness similar to that of the finished wafers. In order to avoid material wastage and to reduce costs, an alternative is to seek new methods for the growth of silicon crystals directly in the form of a ribbon.

Though a simple idea first proposed more than 40 years ago, the production of good quality silicon ribbon at low cost has proved an "extremely difficult problem," according to a BP Solar statement on the partnership. Despite this statement, it should be noted that other solar companies have achieved commercial success with ribbon-style manufacturing, Evergreen Solar being the leading example.

The Group of Semiconductors and PV Applications of FCUL has dedicated much of the last decade researching alternative techniques for the growth of silicon ribbons. This research lead recently to very interesting results with a new technique, which has been filed for an international patent. This new technique, called EZ-Ribbon, is based on a physical process with potential for a significant reduction of the cost of the solar cells, according to BP Solar.

Recognizing the potential interest of this new technology, BP Solar has decided to finance its development with a Euro 600,000 [US$ 753,000] three-year research project as part of the BP Solar Future Technology activity. The Portuguese Foundation for Science and Technology is also supporting this project.

 

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http://www.solarbuzz.com

BP Solar Supports Research into Ribbon Silicon

The Faculty of Sciences of the University of Lisbon (FCUL) and BP Solar have announced a Research Agreement with the aim to develop a new technology with the potential to reduce the cost of solar cells.

A significant obstacle to the expansion and wide scale production of solar electricity remains the high cost of solar cells, more than half of this cost is associated with the price of silicon wafers, (high purity silicon crystals).

Traditionally, the thin (0.2mm) silicon wafers that are used to manufacture silicon solar cells are produced by slicing large high purity silicon ingots. This process wastes more than half of the original material since the wire that is used to saw the ingot into wafers has a thickness similar to that of the finished wafers.

In order to avoid material wastage and to reduce costs, an alternative is to seek new methods for the growth of silicon crystals directly in the form of a ribbon. Though a simple idea and first proposed over 40 years ago, the production of good quality silicon ribbon at low cost has proved an extremely difficult problem.

The Group of Semiconductors and PV Applications of FCUL has dedicated much of the last decade researching alternative techniques for the growth of ribbon silicon. This research lead recently to very interesting results with a new technique, which has been filed for an international patent. This new technique, called EZ-Ribbon, is based on a physical process with potential for a significant reduction of the cost of the solar cells.

Recognizing the potential interest of this new technology, BP Solar has decided to finance its development with a €600,000 three-year research project as part of the BP Solar Future Technology activity. The Portuguese Foundation for Science and Technology is also supporting this project.

 

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http://www.upi.com/

University of Lisbon, BP Solar unveil deal

LISBON, Portugal, July 19 (UPI) -- Portugal's University of Lisbon and BP Solar signed a research deal Tuesday to develop a ribbon-based approach to photovoltaic cell manufacturing.

In an effort to reduce the cost of manufacturing the photovoltaic wafers, which convert sunlight into electricity via a chemical reaction with the silicon in the wafer, the research project will focus on "growing" ribbons of silicon crystals that do not have to be applied to a backing like glass or foil, according to a report by Renewable Energy Access.

"Though a simple idea first proposed more than 40 years ago, the production of good quality silicon ribbon at low cost has proved an 'extremely difficult problem,'" the report quoted a BP Solar statement as saying.

At least one company, Evergreen Solar, has already achieved results with the ribbon technology, the report added.

The Portuguese Foundation for Science and Technology is also supporting this project, according to the report.

The deal comes less than a month after BP Solar reached a research deal with the California Institute of Technology -- this one to fashion solar cells out of microscopic rods rather than wafers.

The rods, with their increased surface area, are thought to be a more efficient way of collecting and converting the sunlight.

"A solar cell based on an array of nanorods will be able to efficiently absorb light along the length of the rods by collecting the electricity generated by sunlight more efficiently than a conventional solar cell," the late-June statement from BP Solar said.

 

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http://home.nestor.minsk.by/build/

BP Solar supports research into ribbon silicon

The Faculty of Sciences of the University of Lisbon, FCUL, and BP Solar have announced a Research Agreement with the aim to develop a new technology with the potential to reduce the cost of solar cells.

A significant obstacle to the expansion and wide scale production of solar electricity remains the high cost of solar cells, more than half of this cost is associated with the price of silicon wafers, high purity silicon crystals.

Traditionally, the thin, 0.2mm, silicon wafers that are used to manufacture silicon solar cells are produced by slicing large high purity silicon ingots. This process wastes more than half of the original material since the wire that is used to saw the ingot into wafers has a thickness similar to that of the finished wafers.

In order to avoid material wastage and to reduce costs, an alternative is to seek new methods for the growth of silicon crystals directly in the form of a ribbon. Though a simple idea and first proposed over 40 years ago, the production of good quality silicon ribbon at low cost has proved an extremely difficult problem.

The Group of Semiconductors and PV Applications of FCUL has dedicated much of the last decade researching alternative techniques for the growth of ribbon silicon. This research lead recently to very interesting results with a new technique, which has been filed for an international patent. This new technique, called EZ-Ribbon, is based on a physical process with potential for a significant reduction of the cost of the solar cells.

 

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